terça-feira, 19 de março de 2013

Túnel na sala.
Alescio09:58 4 comentários

Dias de chuva, ah os intermináveis dias de chuva! Tem que tirar coelho da cartola senão o tédio domina na certa! 

Como estou juntando a algum tempo caixas de leite para fazer uma casinha para o baby, resolvi experimentar algumas outras idéias antes de chegar nas 460 caixas necessárias! (Sim, isso mesmo, 460!)

Então peguei 16 delas e fui tentar montar um túnel para o Tatá se divertir. Ele estava presente em todas as etapas e a atividade/brincadeira durou praticamente a tarde toda, com direito a intervalo para degustar uns deliciosos pães de queijo.
 

A sacola cheia de caixas o Tatá fez questão de trazê-las da edícula para a sala, segundo ele estava "pesadu". 


O legal é que não tenha mais nenhum brinquedo por perto quando você quer fazer alguma atividade orientada, mas neste dia foi "tudo ao mesmo tempo agora". O que serviu para testar seu grau de interesse no que estávamos fazendo. Deu super certo, já que o baby ficou presente em todo o processo.




O primeiro momento (depois da caixa limpa e recortada somente na parte superior) é rasgar as folhas de revistas, amassá-las e colocá-las dentro das caixas. Para nós adultos isso é bem fácil, mas para as crianças somente a atividade de rasgar já é um grande avanço nas suas coordenações motoras.





Nestes momentos é bem interessante ver se a criança tem interesse nas figuras que aparecem, e assim perceber o que chama sua atenção. Ao mesmo tempo é bem bacana ir mostrando coisas novas, ou seja, trata-se de uma atividade que requer paciência para vivência-la por inteiro e sem pressa. Não é ótimo para dias de chuvas intermináveis? E enquanto todos se divertem o baby ainda ganha novos conhecimentos.



 


Também faz parte ir além da proposta, e isso o Tatá fez muito. Como seu interesse em fazer bolinhas de papel não ultrapassou mais que 4 ou 5, obviamente que ele achou outras maneiras de estar presente na atividade fazendo a sua brincadeira acontecer. O que significa que a caixa de papelão que guardava as bolinhas amassadas virou um verdadeiro brinquedo de entra-e-sai (e joga tudo, e coloca de novo, e desamassa, e amassa, e se joga novamente, enfim... uma farra à parte).





Depois que conseguimos encher a caixa grande foi a vez de colocar as bolinhas dentro das embalagens de leite. Isso o Tatá amou, e ajudou bastante.






Mas também "desajudou" muito!



 


Quando cada uma ficava cheia de papel, era a hora de passar fita crepe para prender bem e dar uma forma mais rígida ao novo "tijolo". Precisa dizer o sucesso que faz a fita crepe com as crianças?





Assim foi feito com as 16 caixas de leite. Conforme elas iam ficando prontas, novas brincadeiras o Tatá ia inventando.  Fez muros...


 


Caminhos...





E "mediu" várias delas. 

Tudo isso é super importante, pois nestes momentos ele está desenvolvendo, mesmo sem saber, raciocínio lógico através da matemática e da física, tendo idéias de quantidades, tamanhos, medidas, estruturas, desenvolvendo planejamento arquitetônico, estético, causa e efeito, enfim, uma gama de conhecimentos científicos que futuramente o ajudarão na construção de diferentes saberes.




Para fazer o túnel usei dois bambolês abertos que encaixei no meio de 8 caixas reforçadas com durex.




Quando estava pegando forma aquilo que a mamãe havia dito que iria fazer o Tatá "malucou". Ficava passando embaixo dos arcos que nem haviam sido construídos ainda.

 


Também amou subir nas caixas de leite. Precisei de um cabo de vassoura para dar acabamento no teto do túnel (que amarrei com fita comum).


 


No fim o túnel ficou assim!





E a cara do Tatá durante toda sua aventura dentro e fora do seu túnel ficou assim.



Foi meio difícil fotografar o baby que não parava quieto. E mesmo porque fui solicitada a participar de um pega-pega automático!





Bom é claro que o túnel não durou muito, porque o Tatá se jogou de todo jeito em cima dele! O que foi ótimo. E no final até rolou um cochilinho de feliz!

Deu um trabalhão? Opa se deu! Mas o tempo passou de forma interessante? Com certeza! Então, porque não mamãe?

Recado para o Tatá: Amor, a cada dia você se diverte mais com momentos do tipo "Tatá perai que não está pronto filho, sai de cima para eu arrumar", e adivinha o que você faz nessas horas? Obviamente que sai correndo para "atrapalhar" a mamãe e cai na gargalhada! Como já sei disso conto com esses momentos a mais, tendo a idéia clara que precisarei refazer e refazer algumas vezes qualquer objeto até ficar pronto para você. Mas tudo bem, porque o gostoso não é o produto final e sim todo o processo para chegar até lá. Te amo.

segunda-feira, 18 de março de 2013

Tintas enquadradas!
Alescio17:35 2 comentários

Tem cada coisa bacana na web que fico realmente feliz por existir tanta gente criativa no planeta, certa vez vi um blog (não me lembro o nome) de uma mamãe super artista plástica, ela fez com seus babys vários quadros de diferentes tamanhos com caixa de papelão. Uma parede inteira enfeitada, ficou maravilhoso! Então resolvi fazer com o Tatá (porque boas idéias realmente devem ser multiplicadas!)




Para tanto peguei uma caixa, forrei com cartolina somente no fundo e deixei bisnagas de tintas coloridas para o deleite do Tatá.






Só que, para minha surpresa, primeiro de tudo ele quis brincar com os tubetes, deixando-os cada um em pé! Somente depois que veio o interesse em apertar para retirar a tinta.




Deixei-o bem livre, e podia tanto ficar com uma só, como trocar sempre que desejasse. A única coisa que precisei indicar é que dessa vez ele iria pintar dentro da caixa, o que é uma ótima idéia para as mamães que não gostam de muita sujeira!





No começo ele foi com os dedos espalhar as gotas que conseguia espremer das bisnagas, mas como pegava uma, outra e outra e quase não saia nada fui verificar e percebi que elas estavam praticamente vazias, o que tornava mais difícil para o Tatá ver as cores por toda a cartolina.




Por conta disto fui ajudá-lo e deixei ali tudo o que consegui tirar dos tubetes (falha inicial da minha parte, porque o legal é averiguar todo o material antes de disponibilizar para os babys, assim evita-se frustrações esporádicas!)





Então quando ele viu a abundância de tintas resolveu pegar o pincel e fazer sua arte.





Obviamente que o chão também recebeu um pouco do colorido, mas ele conseguiu entender a proposta de pintar somente dentro da caixa.




Quando resolveu que estava pronto veio me mostrar o que havia feito. Achei lindo claro e ele ficou todo feliz! Como algumas tintas possuem brilhos realmente ficou um trabalho maravilhoso (não é só opinião de mãe não, viu! kkkk)


Aos poucos vamos fazer mais caixas, e depois irei encapá-las somente do lado de fora (uma com papel vermelho, outra com papel azul, e assim por diante). Nossa edícula está ficando cada dia mais linda com as obras de arte do Tatá, e o legal é que ele sabe exatamente que tudo aquilo pertence a sua imaginação e criatividade.

Esta roupa do baby irá ficar reservada somente para as tintas, porque havia me esquecido que estes tubetes eram de tintas para tecido, ou seja, não saem nem com mil lavadas!!!

Estou preocupada com isso? Nem um pouco! Afinal, as roupas são efêmeras, já as obras de arte não! Então, porque não mamãe?

Recado para o Tatá: Filho suas brincadeiras prediletas são todas com tintas, posso fazer de mil jeitos diferentes, posso fazer uma por dia e você nunca se cansa. Só te digo uma coisa, você está super certo, é muito bom mexer, ver, sentir, degustar, melecar, aprontar de um jeito todo colorido o seu dia-a-dia. Te amo!


quinta-feira, 14 de março de 2013

Meleca caseira.
Alescio11:52 0 comentários

Às vezes na corria do dia-a-dia acabo trocando alhos por bugalhos, mas nem sempre a troca é negativa. Fui fazer tinta comestível para o Tatá e ao invés de pegar o pacote de farinha, peguei o polvilho doce. Depois que já havia despejado na panela e que senti o cheio pensei, "vamos ver no que vai dar isso aqui", então fui mexendo na panela e a mistura (de 1 xícara de polvilho para 2 xícaras de água) foi tomando proporções interessantes. 

Depois de alguns minutos aquela "gororoba" havia se transformado na consistência daquelas melecas industrializadas. Oba! Peguei um corante alimentício verde limão e ficou igualzinho aquela coisa que se tira do nariz! kkkk 






O Tatá ainda não está na fase de "tirar uma onda" com as "coisinhas nojentas" do corpo, mas tenho certeza que suas conexões cerebrais já estão criando futuras situações embaraçosas para deixar a mamãe maluca!







Junto da meleca coloquei uns talos de trigo, mas ele não se interessou em momento algum. Queria mesmo era saber que coisa estranha era aquela. Primeiro pegou a colher e depois foi de vagar colocando seu dedinho para ver se gostava do resultado.






Logo na primeira tentativa ele não gostou e voltou a mexer naquilo com as colheres. Mas aos poucos foi se arriscando mais.





Colocou sua mão e viu que a gosma, se fosse apertada com força, escapava por entre os dedos.




Quando isso acontecia ele dizia "oto" "oto", e ia pegando mais um pouco para ver novamente os resultados da sua experiência física.



 


Ele ficou intrigado com aquela textura tão diferente. Tentava tirar dos seus dedos, mas como percebeu que era um pouco complicado e não saia tudo de uma vez acabou não investindo em explorar a meleca em outras partes do corpo.




A mamãe também entrou na brincadeira. Fui mostrar como a meleca podia se esticar bastante e ao mesmo tempo ainda permanecer na mão.




A meleca não é moldável, não dava para fazer nem grandes bolas, o resultado da mistura foi algo para brincar por transferência de mãos, e isso fizemos muito. Depois que ficou impossível tirar mais fotos (e que fotos feias né...kkk), desliguei a máquina e ficamos brincando de "massinha melecável" pela edícula.




A mistura quando gruda é bem chatinha de sair do corpo, só com água e sabão. E a edícula ficou com alguns carimbos do Tatá na tentativa de se livrar "daquela coisa". Entretanto a diversão foi garantida e as múltiplas inteligências trabalhadas. Então, porque não mamãe?

Recado para o Tatá: Meu amor, quando fomos para o chuveiro (você, eu, a travessa e os talos de trigo) ficamos um bom tempo brincando e experimentando as novas transformações daquela coisa, já que conforme a água caia na mistura sua consistência se transformava, mas você se divertiu mesmo quando a mamãe fingia que caia no meio daquela coisa verde dentro do box. Como gosto de te ver sorrindo!

Só uma dica, deixem na sequência um pano úmido em cima da bagunçinha, porque só fui limpar horas mais tarde e estava completamente ressecado! Mas nada que você mãe-maravilha não dê conta!  

terça-feira, 12 de março de 2013

Os efeitos dos toques.
Alescio11:37 2 comentários

Atividades simples muitas vezes são mais importantes do que podemos imaginar. Fazem parte do crescimento experimentos que são originados através dos diferentes sentidos. 

Por isso, quando o Tatá ainda estava exclusivamente com o leite materno, não deixava de proporcionar descobertas do mundo através do tato, olfato, audição e visão por meio dos alimentos.

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Sentir a maciez da farinha pelo toque livre estimula as regiões do cérebro que controlam a capacidade de conhecer, e principalmente reconhecer futuramente, os objetos que o cercam.

 

Descobertas do bebê

Para os pequenos é diversão garantida quando podem sentir-se livres em manusear da forma que desejarem os objetos oferecidos, o que é ótimo para trabalhar a autonomia .

E quando se tem mais de uma opção, pode-se esperar momentos significativos para o "serzinho".

Às vezes o grande problema é que nós adultos não conseguimos mais perceber o novo ou o valor que há nos pequenos detalhes. 

Uma ingênua oferta de feijões e farinhas ajuda o bebê a perceber a diferença entre duro e macio, liso e áspero, preto e branco, leve e pesado, entre tantas outras coisas.

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Lembro-me que o Tatá ficava bons minutos catando cada grãozinho de feijão com seus dedinhos. Rolava-os de um lado para o outro, observava seus movimentos, jogava-os dentro da farinha que conforme se mexiam simplesmente sumiam!


É muito importante dar ênfase às belas descobertas que o bebê faz, para ele tudo é novidade e ter sua mamãe, papai ou cuidador ao seu lado percebendo com entusiasmo esses pequenos momentos ajuda na segurança, confiança e sentido da sua trajetória.

Atividades assim não precisam de direcionamento nenhum, basta observar e dialogar. Desde muito pequeno o Tatá me escuta falando sobre tudo o que estou fazendo e principalmente comentando sobre as coisas que ele está explorando. Os resultados são visíveis, já que hoje em dia é um tagarela com um vocabulário amplo para sua idade.

Sempre há a preocupação do bebê engolir os objetos que manuseia, mas estando sempre ao seu lado um adulto responsável, torna-se difícil acontecer qualquer coisa do tipo.

O Tatá ficou todo branquinho de farinha, sentiu os grãos também pelos seus pés, e amou a brincadeira sensorial, então numa tarde fria com um sol feliz e tranquilo, porque não mamãe?

Recado para o Tatá: Meu amor mamãe sempre gostou de te ver bagunçando (desde pequeno!). Acho que esse é o caminho, porque quando você crescer vai perder o direito de fazer muita coisa gostosa, como se melecar por exemplo! Então espero que essas fotos possam te proporcionar um sentimento bom no futuro. Te amo!

terça-feira, 5 de março de 2013

Mestre (quase) cuca!
Alescio07:12 0 comentários

Estava com vontade de comer alguma coisa diferente, então fui olhar receitas de comidinhas na net para fazer com o Tatá e me deparei com receitas de biscoitos de polvilho.

Lembrei da casa da minha avó que sempre tinha um "biscoito de vento" para os netos saborearem e rapidamente fui olhar na dispensa se haviam os itens necessários.

Tudo separado e com o Tatá percebendo que ia rolar alguma coisa precisei de mãos de Lakshmi para segurar polvilho, ovos, vasilha e baby ao mesmo tempo!

Como gosto que participe de tudo, deixei a manteiga para ele untar a forma. Se a atividade fosse só esta já seria o suficiente, porque amou sentir aquela substância derretendo na sua mão e ainda com a possibilidade de pintar o recipiente.



 


Na receita pede-se para aquecer o óleo com o leite, por isso esperei que a mistura esfriasse para liberar ao Tatá a continuação do biscoito.
 



Joguei o polvilho e dei uma primeira mexida para sentir a temperatura e finalmente liberei a colher. Claro que ele alucinou, só o fato de poder "fazer uma comidinha" já o deixa entretido e feliz.

 


Mas o auge é a colocação dos ovos! Ele ama manipulá-los!

 


É muito legal para a criança poder sentir-se realizadora das coisas, imagina então daquilo que ela vai comer. Brincar de culinária é excelente para entender diferentes conceitos como ação e reação (da massa ao bolo!), peso, medidas, quantidades, misturas, homogeneidade, consistências, vocabulários,  enfim, uma infinidade de informações na vivência de uma receita de fim de tarde.
 




Cada olhar do Tatá (de curiosidade, de admiração, de espanto) durante o "fazer mágico da comida" é algo delicioso de compartilhar. Na correria do dia-a-dia e na velocidade de crescimento das crianças, são esses momentos que ficam na memória.




Uma das suas diversões prediletas era ver escorrer pela colher a massa líquida do biscoito. Fez isso de diferentes maneiras e ângulos.




Na hora de colocar a massa na assadeira é que pude perceber que nosso biscoito em homenagem a biza seria mais uma "releitura culinária" do que uma receita de família propriamente dita!




Pois é, não deu certo fazer pequenos bolinhos de massa!





Enquanto o forno dava conta do trabalho o Tatá dava conta de sentir mais ainda a massa dentro da tijela.


 


As cascas dos ovos também ficaram separadas para que ele pudesse quebrá-las à vontade e jogar o adubo natural nas plantas do quintal.

Os biscoitos estavam crescendo rapidamente no forno, e eu sempre chamava o baby para ver a alquimia transformadora. Ele ficava admirado com o resultado, mas...





Essa foi a cara do Tatá quando viu o biscoito pronto!! kkkkkk




Entretanto o gosto estava muito bom! Só faltou um queijo, tomate e orégano para virar um verdadeiro "panini".





O Tatá comeu muuuito "pãozão de queijo" (porque não consegui convencê-lo que isso era um biscoito!), e também achou o máximo explorar as montanhas e crateras da nossa receita.


Cozinha suja, cheiro na casa até de madrugada do pãozão de polvilho, e alguns dias "comendo na marra" o biscoito, mas porque não mamãe? Como se diz, tudo que não mata, engorda!!...kkkk


Recado para o Tatá: Meu amor achei o máximo suas caras e bocas de constante surpresa ao ver o biscoito dentro do forno. Ainda bem que você entende o que significa quente (muito quente) e não chega perto do fogão! E da próxima vez vou deixar você fazer sozinho o biscoito, porque acho que foi a mamãe que estragou a receita..kkkk...te amo

Ah, atividades gostosas em dias de vacina vem bem à calhar, o "Zé Gotinha" acompanhou toda a receita com o Tatá! 


Receita:
  • 3 xícaras de polvilho azedo
  • 1 colher (chá) cheia de sal
  • 3 ovos
  • 1 xícara (chá) de óleo
  • 1 xícara de leite 




    sexta-feira, 1 de março de 2013

    Tapete de atividades modificado.
    Alescio09:21 1 comentários

    Sabe aqueles tapetinhos estimuladores para bebês? Comprei um para o Tatá quando tinha mais ou menos uns 3 meses, mas ele nunca gostou. Lembro-me perfeitamente da sua cara de assustado embaixo daquela coisa estranha.

    Mas a mamãe entusiasmada aqui não deu bola para o aborrecimento do bebê e insistiu algumas vezes. Quando finalmente dei o braço à torcer guardei o tal tapetinho.

    Tapete de atividades para bebês

    Passados alguns meses e com aquela coisa tomando espaço dentro do guarda-roupa decidi tentar de novo, mas acho que ficou na memória do baby os momentos assustadores e ele novamente se recusou a brincar até que tive uma súbita inspiração...corri e peguei um pedaço de tecido e cobri o tal tapete, que acabou virando imediatamente uma cabaninha!


    Hã-hã! Porque não pensei nisso antes! Foi amor a primeira vista, daquele dia em diante a cabaninha virou seu lugar predileto para brincar de "esconde e acha"!

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    Também levava muitas coisas para dentro e ficava ali sentadinho viajando no "faz-de-conta".




    Foi com essa cabaninha que entendeu pela primeira vez a brincadeira do "pega-pega", já que corria para lá toda vez que ensaiávamos pegá-lo.


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    Seus dedoches dormiam na cabaninha e toda vez que desejava brincar sabia exatamente onde procurar.

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    Uma brincadeira assim desenvolve nos bebês pequenos agilidade, senso de direção, poder de escolha (entrar ou não entrar ali dentro, e por qual lado fazer isso!), autonomia para brincar sozinho, criatividade e outros fatores importantes para seu desenvolvimento.

    Então, se o tapetinho do seu baby não faz efeito (ou perdeu a graça) basta re-inventar a brincadeira.

    Hoje o Tatá com um ano e quatro meses ainda se diverte entrando e saindo da cabaninha, além de virá-la de ponta cabeça e descobrir novos jeitos de brincar.

    Eu e o papai entramos muitas vezes naquela lugar pequenino, dá dor nas costas no dia em que o baby está animado, mas afinal, porque não mamãe?

    Recado para o Tatá: Meu amor rimos muito em diferentes situações com essa cabaninha, seus avós que o digam, que até no skipe você brincava de esconde-esconde com eles! Ainda bem que tenho muitos momentos filmados para você se deliciar quando crescer. Te amo viu!